Cores. Nós Precisamos!

2 de fevereiro de 2011 in Sem categoria | Comentários (0)

Colorir as paredes é uma boa solução para renovar rapidamente a sua casa. Embora as tintas brancas ainda representem 45% das vendas no país, a procura por versões coloridas é grande – uma aposta barata para mudar os espaços. Como escolher os tons nem sempre é fácil, aproveite as dicas que a Revista Palavra, juntamente com alguns especialistas, preparou para você se sair bem nessa tarefa, além de conhecer lançamentos, o passo-a-passo de uma pintura sem erro e respostas para as dúvidas mais comuns sobre o assunto.

Nem só azul, nem só roxo. Esqueça a história de seguir a cor da moda, pois a tendência dos fabricantes é apostar no mix de tons para satisfazer o maior número de consumidores e projetos. “As pessoas devem se sentir livres para criar a própria paleta”, explica José Carlos de Almeida, proprietário da Atual Tintas, “Mas elas também querem saber o que está sendo usado lá fora”, diz.

Segundo Edimilson Reis, Designer de Interiores do Espaço Nato, momentos de incertezas, como o aquecimento global que vivemos, apontam para as tendências focadas na ecologia, a exemplo dos verdes. Em contraponto a essa realidade, também aparecerão os tons que despertam ilusão e fantasia. Caso dos dourados e dos metálicos, a irreverência das nuances fortes, como o azul-real, além dos contrastes com preto, branco e vermelho. Na hora de escolher uma ou mais possibilidades, também vale aproveitar as facilidades oferecidas pelos fabricantes. Na Atual Tintas em Volta Redonda, você pode encontrar um serviço diferenciado, onde o atendimento personalizado proporciona ao cliente ver o seu ambiente com a cor desejada antes mesmo da primeira gota atingir a parede. Vale a pena verficar esse serviço, pois pode te economizar um bom dinheiro no troca troca de cores.

PINTURA SEM ERRO

Na preparação de superfícies novas, deve-se aguardar de 30 a 40 dias para a cura do reboco. “Isso evita fissuras”, orienta José Carlos. Em seguida, basta lixar, remover o pó e usar uma demão de fundo selador para melhor absorção da tinta. Na repintura, José Carlos recomenda preparar a parede com lixa nº 100 ou 120. Se houver mofo, limpe essa área com uma parte de água sanitária e dez de água. “Enxágüe e espere secar”, orienta o profissional. Para um trabalho impecável, veja o passo-a-passo:

• Proteja o chão com uma lona. Ela pode cobrir inclusive o rodapé e deve ser colada rente à parede com fita crepe.

• Remova os espelhos de luz e forre interruptores, molduras de portas e janelas com a fita.

• Tampe as pequenas imperfeições, comuns em paredes antigas, com espátula e massa corrida. Nesse trecho, vale aplicar uma demão de fundo preparador. Espere secar, lixe e remova a poeira.

• Mexa a tinta e inicie a pintura com um rolo de lã de pêlos baixos (5 ou 6 mm). O segredo é desenhar a letra W ou M na parede e manter esse movimento até o fim para obter uma cobertura uniforme. Aguarde de seis a oito horas entre cada demão.

• Dê o acabamento em todos os cantos juntos a rodapés e molduras. Use trincha de cerdas pretas ou mistas, e movimente-a em linha reta.

POR ONDE COMEÇAR?

“Perca o medo de ousar”, diz o designer Edimilson. Os leigos no assunto, que pretendem ter convicção nessa tarefa, podem testar as opções na parede antes de decidir. Alguns fabricantes têm latinhas para cobrir até 1m².

QUE COR DEVO USAR?

“Depende do gosto de cada um, do tamanho do espaço e da luz”, responde Edimilson. Em pequenas áreas, os tons claros dão a sensação de profundidade. “Os quentes (amarelos e vermelhos) trazem mais aconchego”. “Já os frios (azuis) costumam acalmar”, acrescenta ele. Mas, se você pintar o quarto de azul, cuidado para não deixá-lo triste. “Quem tem depressão deve adotar nuances vibrantes, como o turquesa”.

COMO MISTURAR TONS?

A sugestão é entender a diferença entre matiz (cor propriamente dita: verde, azul), luminosidade (clara ou escura) e saturação (quanto mais cinza, menos saturada). “Para criar parcerias harmônicas, mantenha a saturação e a luminosidade próximas, como verdes e vermelhos-claros”, diz Edimilson. “O mais difícil é misturar vermelho-claro com verde-escuro”, completa ele.

AS CORES E A ARQUITETURA

Cada um tem sua cor preferida e isso tem mais a ver com sensibilidade do que com razão. “No projeto, a escolha do tom acompanha a definição da cara que a casa vai ter e reflete a personalidade do morador. Depois disso, vêm as combinações de acabamentos, como pisos e esquadrias”, afirma Edimilson. A história comprova a ligação entre tons e estilos ou tendências. “No Brasil colonial, vigoravam os pigmentos terrosos e anil. Já o movimento moderno estipulou o branco a favor do desenho arquitetônico de grandes vãos e volumes. Nos anos 80, o ornamentalismo trouxe de volta o colorido”, completa ele. Hoje em dia, com o número incontável de nuances, ficou mais divertido decidir. A dica dos profissionais é sempre fazer testes usando 1/4 de galão. “Costumo pintar quadrados de 2 x 2 m na parede. É bom lembrar que fatores como a textura da superfície e a luminosidade do local alteram a percepção”, ensina Edimilson. A fachada pede ainda a observação do entorno e dos materiais que compõem a construção. Internamente, a cor pode ajudar a equilibrar proporções. Outra vantagem: pintar tudo é uma das formas mais baratas de renovar a casa. Isso não significa que você deva frequentar as lojas especializadas a cada estação. “As tendências se sucedem a cada dois anos”, considera Edimilson.

EVITE O DISPERDÍCIO

Comprar tinta demais é perder dinheiro. E levar de menos pode prejudicar o resultado da pintura, já que a cor escolhida pode sofrer alterações de um lote para outro. Para acertar na quantidade, José Carlos explica: “É preciso saber a área quadrada do ambiente a ser pintado. Meça a extensão de cada parede (desconte as esquadrias), some todas as medidas e multiplique pela altura do pé-direito, descobrindo quantos m² vai pintar. Some a área do teto (comprimento x largura), caso você deseja cobri-lo do mesmo tom. Multiplique o número final pelas demãos indicadas pelo fabricante (de duas a três). Por fim, observe o rendimento da tinta escolhida indicado na embalagem para saber de quantas latas ou galões necessitará”, ensina o empresário.


A Decoração em Pedacinhos

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São poucos os materiais naturais que, como as pedras, resistem ao passar do tempo. As pedras ornamentais marcaram presença na história e exemplos marcantes de sua utilização são encontrados no apogeu da arquitetura de diversas civilizações, aliando durabilidade, luxo e requinte.

Podendo ser aplicada em fachadas, pisos, móveis, pias, paredes decorativas e colunas, seja em ambientes residenciais ou comerciais, internos ou externos, existe sempre uma pedra ornamental adequada a cada situação.

Mármores e Granitos

É inegável a versatilidade e o requinte que o mármore e o granito podem trazer para um ambiente. Por serem naturais, a variedade de cores e formas proporcionam a cada espaço um local único. Considerados produtos nobres para decoração de interiores e exteriores, as vantagens são muitas ao utilizar esse tipo de material, indo da beleza estética que um ambiente apresenta quando decorado ou revestido, a durabilidade e facilidade para se manter a limpeza e higiene do local.

Os preferidos

Entre as muitas opções disponíveis, os mármores mais procurados são: o champgne, que apresenta uma grande variedade de tonalidades e movimentações, personalizando bem os ambientes, principalmente quando utilizado em salas; os mármores pretos com ondas brancas; os mármores cremes, para quem precisa de um ambiente mais uniforme; os importados, como crema marfil (Espanha), boticcino (Itália) e carrara (Itália); e outros mármores exóticos, nacionais ou importados.

Entre os granitos, sobressaem-se na preferência dos consumidores o granito branco, o preto e os verdes.

Segundo Tiago Toniolo, Diretor do Shopping do Mármore, tradicional marmoraria em Volta Redonda, uma nova tendência que vem conquistando o mercado são os materiais extraídos de forma sustentável da Amazônia, pedras que têm chamado atenção mundial por suas características únicas, proporcionando exclusividade e sofisticação aos projetos.

Novidade

Um lançamento que está fazendo muito sucesso no segmento de pedras ornamentais são os filetes de granitos e mármores. Após o exessivo uso dos filetes de São Tome, os filetes de granito ou mármore são a grande sensação do momento. O revestimento com pedra filetada foi moda na década de 70 e agora voltou a ter destaque, tornando-se um acabamento natural moderno. A criatividade na colocação das pedras é um fator muito importante para deixar a obra bonita. Os filetes, por exemplo, podem ser grandes aliados na hora da decoraçao, utilizados para revestimentos de paredes externas e internas, muros, lareiras, churrasqueiras cascatas e paisagismo em geral (na parte interna da casa são mais utilizados como decoração). A caracteristica dos filetes que mais seduz arquitetos e decoradores é a possibilidade de criar, transformar, e moldar. Podem ser aplicados de várias maneiras, na horizontal, vertical, transversal, entre outras opções decorativas como formar desenhos, alternar cores, tamanhos e podem trazer um toque diferente e único para o ambiente escolhido. Por ser um produto ecológicamente correto, pois é feito dos resíduos das marmorarias, ele ainda se encaixa perfeitamente com a filosofia do momento. Você já pode encontrar este produto no Shopping do Mármore, em Volta Redonda, que, por ter sua produção própria, traz possibilidades infinitas para a mente criativa.

No momento de escolher qual o material ideal é que, geralmente, surgem as primeiras dúvidas. Para a escolha correta, é importante observar uma série de características. Por isso, a Revista Palavra, elaborou um resumo dos locais mais indicados para aplicação dos mármores e granitos na construção civil.

APLICAÇÃO

MATERIAL

Mármore

Granito

Cozinha

Não deve ser usado, pois sua porosidade o faz absorver substâncias com facilidade. Indicado principalmente para bancadas. Os vermelhos e pretos são mais resistentes que os cinza.

Banheiro

Em bancadas e paredes, não há restrições. No piso, deve ser evitado o travertino, muito poroso. Não deve ser utilizado no piso do boxe.

Indicado principalmente para bancadas. Os vermelhos e pretos são mais resistentes que os cinza.

Piso Interno

A princípio, não há restrições, embora os mais porosos possam manchar com a umidade do solo, motivo pelo qual devem ser evitados no andar térreo.

Sem restrições, embora seja recomendável impermeabilizar o contrapiso no andar térreo.

Piso Externo e Borda de Piscina

Não deve ser usado, pois a pedra se desgasta com a poluição e chuva ácida. Recomenda-se apenas que o acabamento seja antiderrapante.

Parede Interna

Mais indicado, em função de seu menor peso. Por ser mais pesado, não é muito utilizado.

Parede Externa

Não deve ser usado, pois a pedra se desgasta com a poluição e chuva ácida. A instalação requer, além da argamassa, grampos de aço inox por trás das pedras para sustentar o peso. Os cinza devem ser evitados.

Olá, mundo!

27 de novembro de 2009 in Sem categoria | Comentários (1)

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